{"id":1180,"date":"2025-12-30T10:00:00","date_gmt":"2025-12-30T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.drtiagobernardes.com.br\/?p=1180"},"modified":"2026-08-12T14:26:59","modified_gmt":"2026-08-12T17:26:59","slug":"doenca-de-legg-calve-perthes1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/doenca-de-legg-calve-perthes1\/","title":{"rendered":"Doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes: sintomas e tratamento"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes \u00e9 uma necrose avascular da cabe\u00e7a do f\u00eamur na inf\u00e2ncia. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em termos pr\u00e1ticos, o osso do \u201cencaixe\u201d do quadril perde parte do suprimento de sangue por um per\u00edodo, enfraquece e pode deformar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela aparece com mais frequ\u00eancia em crian\u00e7as entre 4 e 10 anos, predominando em meninos, e costuma afetar um quadril s\u00f3, mas a causa exata ainda n\u00e3o \u00e9 bem definida. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que se sabe \u00e9 o efeito: menos circula\u00e7\u00e3o, morte de c\u00e9lulas \u00f3sseas, fase de reabsor\u00e7\u00e3o do osso doente e, na sequ\u00eancia, forma\u00e7\u00e3o de osso novo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse ciclo pode levar meses ou anos, o que exige acompanhamento regular.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sintomas da doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sintoma mais comum \u00e9 mancar. A dor pode aparecer no quadril, na virilha, na coxa ou at\u00e9 no joelho, o que confunde e atrasa a suspeita. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em muitos casos, o inc\u00f4modo piora com atividade e melhora com repouso. Quando o quadro avan\u00e7a, a crian\u00e7a tende a perder a mobilidade, principalmente para abrir a perna (abdu\u00e7\u00e3o) e rodar o quadril para dentro.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Mancar que persiste por dias ou semanas.<\/li>\n\n\n\n<li>Dor no joelho sem les\u00e3o clara, com limita\u00e7\u00e3o do quadril ao exame.<\/li>\n\n\n\n<li>Rigidez para correr, agachar e sentar no ch\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Redu\u00e7\u00e3o de for\u00e7a e afinamento da coxa por menor uso.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com pouca dor, pode haver altera\u00e7\u00e3o importante no osso. Por isso, mancar sem explica\u00e7\u00e3o merece avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica completa, com foco no quadril.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diagn\u00f3stico<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diagn\u00f3stico combina hist\u00f3ria, exame f\u00edsico e imagem. O m\u00e9dico observa a marcha, mede a amplitude de movimento e procura sinais de rigidez do quadril. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As radiografias s\u00e3o o exame inicial mais usado, pois mostram altera\u00e7\u00f5es t\u00edpicas na cabe\u00e7a do f\u00eamur ao longo das fases da doen\u00e7a, no entanto, em fases bem iniciais, a radiografia pode vir pouco conclusiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesses casos, a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ajuda a detectar sofrimento \u00f3sseo antes que a deformidade fique evidente no raio-x e tamb\u00e9m apoia a avalia\u00e7\u00e3o de gravidade. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o seguimento, novos exames de imagem s\u00e3o comuns para entender se a cabe\u00e7a do f\u00eamur est\u00e1 mantendo um bom \u201cencaixe\u201d no acet\u00e1bulo e se a remodela\u00e7\u00e3o est\u00e1 caminhando bem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diagn\u00f3stico diferencial inclui <strong><a href=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/sinovite-transitoria-do-quadril\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/sinovite-transitoria-do-quadril\/\">sinovite transit\u00f3ria<\/a><\/strong>, fraturas por estresse, infec\u00e7\u00f5es, <strong><a href=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/epifisiolise-femoral-proximal\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/epifisiolise-femoral-proximal\/\">epifisi\u00f3lise<\/a><\/strong> e doen\u00e7as hematol\u00f3gicas que tamb\u00e9m podem reduzir o fluxo sangu\u00edneo no osso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, o contexto cl\u00ednico importa e, em algumas situa\u00e7\u00f5es, exames de sangue s\u00e3o pedidos para excluir outras causas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Progn\u00f3stico<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O progn\u00f3stico depende de fatores bem objetivos. <\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Idade pesa muito, pois crian\u00e7as mais novas tendem a remodelar melhor. <\/li>\n\n\n\n<li>Extens\u00e3o do comprometimento da cabe\u00e7a do f\u00eamur tamb\u00e9m muda o cen\u00e1rio, j\u00e1 que danos maiores aumentam o risco de deformidade final. <\/li>\n\n\n\n<li>A mobilidade do quadril durante o acompanhamento \u00e9 outro marcador importante, porque a rigidez favorece pior encaixe e desgaste futuro.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o quadril cicatriza com uma cabe\u00e7a femoral mais arredondada e bem contida no acet\u00e1bulo, a chance de vida adulta sem dor relevante \u00e9 maior. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas se houver deformidade importante e perda de congru\u00eancia articular, aumenta o risco de dor e artrose mais cedo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes costuma melhorar com o tempo, s\u00f3 que o caminho pode ser longo, muitas vezes entre 18 e 36 meses, variando conforme a fase, idade e resposta ao plano de cuidado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tratamento<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objetivo do tratamento \u00e9 simples de entender: aliviar a dor, manter o movimento e preservar o formato da cabe\u00e7a do f\u00eamur enquanto o osso se reconstr\u00f3i. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrat\u00e9gia muda conforme a idade, gravidade, fase da doen\u00e7a e quanto da cabe\u00e7a femoral est\u00e1 envolvido, ou seja, a decis\u00e3o \u00e9 individual, baseada em avalia\u00e7\u00e3o seriada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tratamento n\u00e3o cir\u00fargico<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em casos com bom potencial de remodela\u00e7\u00e3o, o plano geralmente \u00e9 conservador, que pode envolver:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Redu\u00e7\u00e3o de carga no membro (muletas, andador ou cadeira de rodas por per\u00edodos).<\/li>\n\n\n\n<li>Controle de dor com anti-inflamat\u00f3rios quando indicados.<\/li>\n\n\n\n<li>Fisioterapia para manter amplitude de movimento, com foco em abdu\u00e7\u00e3o e rota\u00e7\u00e3o interna.<\/li>\n\n\n\n<li>Evitar impacto e esportes com corrida e salto na fase dolorosa.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00d3rtese ou gesso em casos selecionados para melhorar conten\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <strong><a href=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/\">acompanhamento peri\u00f3dico com ortopedista especialista em quadril<\/a><\/strong>, com reavalia\u00e7\u00f5es e imagem, \u00e9 o que garante ajuste fino do plano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em algumas crian\u00e7as, apenas observar com vigil\u00e2ncia e controlar os sintomas j\u00e1 \u00e9 suficiente, desde que o quadril mantenha bom encaixe durante a fase cr\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tratamento cir\u00fargico<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando h\u00e1 maior risco de deformidade, principalmente em crian\u00e7as mais velhas ou com grande comprometimento da cabe\u00e7a femoral, a cirurgia \u00e9 indicada para melhorar o alinhamento e conten\u00e7\u00e3o do quadril. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As t\u00e9cnicas variam e a escolha depende do padr\u00e3o da deformidade, do movimento dispon\u00edvel e do est\u00e1gio da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Tenotomia de adutores: libera tend\u00f5es da parte interna da coxa para permitir a abertura do quadril, muitas vezes associada \u00e0 imobiliza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong><a href=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/osteotomia-periacetabular\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/osteotomia-periacetabular\/\">Osteotomia femoral<\/a><\/strong>: reposiciona o f\u00eamur para melhorar o encaixe da cabe\u00e7a no acet\u00e1bulo.<\/li>\n\n\n\n<li>Artrodi\u00e1stase com fixador externo: descomprime o quadril e favorece melhor rela\u00e7\u00e3o articular em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No p\u00f3s-operat\u00f3rio, \u00e9 comum usar gesso por algumas semanas, seguido de fisioterapia para recuperar a for\u00e7a e movimento. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A volta a esportes \u00e9 gradual e guiada por exame cl\u00ednico e imagem. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes, tratar cedo e acompanhar de perto reduz o risco de sequelas na vida adulta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FAQs<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A Doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes tem cura?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela tende a se resolver com o tempo, porque o suprimento de sangue costuma retornar e o osso se reconstr\u00f3i. O ponto \u00e9 como o quadril cicatriza: com boa forma e encaixe, o resultado \u00e9 melhor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Dor no joelho pode ser sinal de Perthes?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sim. Crian\u00e7as podem reclamar mais do joelho ou da coxa do que do quadril. Mancando e com limita\u00e7\u00e3o do quadril ao exame, a investiga\u00e7\u00e3o precisa incluir imagem do quadril.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quanto tempo dura o tratamento?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Varia. Muitos casos exigem acompanhamento por 18 a 36 meses, porque as fases de reabsor\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o do osso s\u00e3o lentas e pedem controle com reavalia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quando a cirurgia \u00e9 indicada?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em geral, quando h\u00e1 risco alto de deformidade: idade maior, grande parte da cabe\u00e7a femoral comprometida, piora do encaixe no acet\u00e1bulo ou perda importante de mobilidade, apesar do tratamento conservador.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fisioterapia \u00e9 sempre necess\u00e1ria?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na maioria dos casos, sim. Ela ajuda a manter mobilidade, reduzir rigidez e orientar fortalecimento sem sobrecarga no per\u00edodo em que o osso est\u00e1 mais fr\u00e1gil.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<script type=\"application\/ld+json\">\n{\n  \"@context\": \"https:\/\/schema.org\",\n  \"@type\": \"FAQPage\",\n  \"mainEntity\": [\n    {\n      \"@type\": \"Question\",\n      \"name\": \"A Doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes tem cura?\",\n      \"acceptedAnswer\": {\n        \"@type\": \"Answer\",\n        \"text\": \"Ela tende a se resolver com o tempo, porque o suprimento de sangue costuma retornar e o osso se reconstr\u00f3i. O ponto \u00e9 como o quadril cicatriza: com boa forma e encaixe, o resultado \u00e9 melhor.\"\n      }\n    },\n    {\n      \"@type\": \"Question\",\n      \"name\": \"Dor no joelho pode ser sinal de Perthes?\",\n      \"acceptedAnswer\": {\n        \"@type\": \"Answer\",\n        \"text\": \"Sim. Crian\u00e7as podem reclamar mais do joelho ou da coxa do que do quadril. Mancando e com limita\u00e7\u00e3o do quadril ao exame, a investiga\u00e7\u00e3o precisa incluir imagem do quadril.\"\n      }\n    },\n    {\n      \"@type\": \"Question\",\n      \"name\": \"Quanto tempo dura o tratamento?\",\n      \"acceptedAnswer\": {\n        \"@type\": \"Answer\",\n        \"text\": \"Varia. Muitos casos exigem acompanhamento por 18 a 36 meses, porque as fases de reabsor\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o do osso s\u00e3o lentas e pedem controle com reavalia\u00e7\u00f5es.\"\n      }\n    },\n    {\n      \"@type\": \"Question\",\n      \"name\": \"Quando a cirurgia \u00e9 indicada?\",\n      \"acceptedAnswer\": {\n        \"@type\": \"Answer\",\n        \"text\": \"Em geral, quando h\u00e1 risco alto de deformidade: idade maior, grande parte da cabe\u00e7a femoral comprometida, piora do encaixe no acet\u00e1bulo ou perda importante de mobilidade, apesar do tratamento conservador.\"\n      }\n    },\n    {\n      \"@type\": \"Question\",\n      \"name\": \"Fisioterapia \u00e9 sempre necess\u00e1ria?\",\n      \"acceptedAnswer\": {\n        \"@type\": \"Answer\",\n        \"text\": \"Na maioria dos casos, sim. Ela ajuda a manter mobilidade, reduzir rigidez e orientar fortalecimento sem sobrecarga no per\u00edodo em que o osso est\u00e1 mais fr\u00e1gil.\"\n      }\n    }\n  ]\n}\n<\/script>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A doen\u00e7a de Legg-Calv\u00e9-Perthes \u00e9 uma necrose avascular da cabe\u00e7a do f\u00eamur na inf\u00e2ncia. Em termos pr\u00e1ticos, o osso do \u201cencaixe\u201d do quadril perde parte do suprimento de sangue por um per\u00edodo, enfraquece e pode deformar. Ela aparece com mais frequ\u00eancia em crian\u00e7as entre 4 e 10 anos, predominando em meninos, e costuma afetar um &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":1191,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"iawp_total_views":42,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-1180","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-patologias-do-quadril"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1180","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1180"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1180\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1272,"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1180\/revisions\/1272"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1191"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1180"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1180"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/drtiagobernardes.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1180"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}