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Risco de fratura

Osteoporose no Quadril em Goiânia

Avaliação do risco de fratura do fêmur com o Dr. Tiago Bernardes. O foco não é apenas o número da densitometria, e sim a combinação entre densidade óssea, equilíbrio, força e risco de queda, que é o que de fato determina quem fratura.

Mulher idosa caminhando com firmeza em calçada arborizada durante a manhã
CRM-GO 13.658RQE 8594 em Ortopedia
Treinamento avançadoCirurgia do Quadril no HGG
SBOT e SBQMembro das sociedades
CRER e HUGOLPreceptor de equipe e residência
Dr. Tiago Bernardes, ortopedista especialista em quadril

Revisado por Dr. Tiago Bernardes Ortopedista especialista em quadril · CRM-GO 13.658 / RQE 8594 · Revisado em 12 de agosto de 2026

Osteoporose no quadril: a abordagem com o Dr. Tiago Bernardes

Densitometria isolada explica pouco. Quem fratura o quadril é quem cai, e a maior parte das quedas que causam fratura acontece dentro de casa, em situação banal.

A avaliação junta o resultado do exame com a história clínica, os medicamentos em uso, a visão e um teste simples de equilíbrio e marcha feito no consultório. Sedativos, anti-hipertensivos mal ajustados e óculos desatualizados aparecem com frequência nessa conversa.

O tratamento medicamentoso costuma ser conduzido junto com endocrinologista ou reumatologista. O que compete ao ortopedista de quadril é estimar o risco de fratura do fêmur, reduzir o risco de queda e tratar a fratura caso ela ocorra.

Como funciona o atendimento para osteoporose no quadril

Consulta e histórico

Fatores de risco, medicamentos em uso, fraturas anteriores e histórico familiar de fratura de quadril.

Avaliação funcional

Teste de equilíbrio e de marcha, força de membros inferiores e checagem de risco de queda em casa.

Exames

Densitometria óssea da coluna e do fêmur, e exames laboratoriais para investigar causas secundárias.

Plano de prevenção

Fortalecimento com carga progressiva, ajuste de medicamentos que causam tontura e adaptação do ambiente.

Acompanhamento

Reavaliação periódica e encaminhamento para tratamento medicamentoso quando indicado.

5,0 · 24 opiniões

Opiniões publicadas espontaneamente por pacientes na Doctoralia, plataforma independente. Ver o perfil e as avaliações.

Quando investigar

Vale procurar avaliação nas seguintes situações:

  • Mulheres a partir dos 65 anos e homens a partir dos 70, mesmo sem sintoma
  • Qualquer fratura após queda da própria altura depois dos 50 anos
  • Uso de corticoide por mais de três meses
  • Menopausa precoce, baixo peso ou tabagismo
  • Pai ou mãe com histórico de fratura de quadril
  • Quedas repetidas ou sensação de desequilíbrio ao caminhar

Duas condições com nomes parecidos

Osteoporose e osteoporose transitória do quadril não são a mesma doença. A primeira é silenciosa e sistêmica. A segunda causa dor forte na virilha, sem trauma, atinge sobretudo gestantes no fim da gravidez e homens de meia-idade, e costuma se resolver sozinha em meses. Como a imagem pode ser confundida com necrose avascular, a distinção precisa ser feita com cuidado.

Osteoporose no quadril em Goiânia: unidades e convênios

COE, Centro de Ortopedia Especializada R. S-6, 146, 1º andar, S-6 Medical Center
Setor Bela Vista, Goiânia/GO
(62) 3089-0978
Clínica do Esporte Rua Napoli, Q.53, L.04
Jardim Planalto, Goiânia/GO
(62) 3914-7001

Consultas particulares

Agendamento facilitado e horários flexíveis. Fornecemos toda a documentação necessária para solicitação de reembolso ao seu plano.

Convênios

Atendemos pacientes com Unimed e outros planos, de forma direta ou por reembolso. Confirme pelo WhatsApp antes de agendar.

Perguntas frequentes sobre osteoporose no quadril em Goiânia

Osteoporose no quadril dói?+

A osteoporose em si não causa dor. Ela é silenciosa até que ocorra uma fratura. Dor no quadril atribuída à osteoporose geralmente tem outra causa, como artrose, bursite ou tendinopatia, e vale investigar em vez de aceitar a explicação fácil.

De quanto em quanto tempo repetir a densitometria?+

Depende do resultado e do tratamento. Em geral, o intervalo é de um a dois anos quando há tratamento em curso ou risco elevado, e pode ser maior quando o exame está normal e não há fatores de risco. Repetir antes do tempo raramente muda a conduta.

Osteopenia é o mesmo que osteoporose?+

Não. Osteopenia é uma redução de densidade óssea que ainda não chega ao critério de osteoporose. Ela não é doença estabelecida, mas é um sinal de alerta, e em pessoas com outros fatores de risco pode justificar tratamento.

Exercício ajuda ou é perigoso para quem tem osteoporose?+

Ajuda, desde que orientado. Exercício com carga e treino de equilíbrio fortalecem osso e músculo e reduzem o risco de queda. O que se evita são movimentos de flexão brusca da coluna e atividades com risco de queda sem supervisão. Parar de se mexer piora o quadro.

Quem trata osteoporose: ortopedista ou endocrinologista?+

Os dois, em frentes diferentes. O tratamento medicamentoso costuma ficar com endocrinologista ou reumatologista. O ortopedista de quadril avalia o risco de fratura do fêmur, trabalha a prevenção de queda e conduz o tratamento cirúrgico quando a fratura ocorre.

Tomar cálcio e vitamina D é suficiente?+

Cálcio e vitamina D são a base, mas em osteoporose estabelecida raramente bastam sozinhos. Eles dão suporte ao tratamento, não o substituem. A decisão sobre medicação específica considera o T-score, a idade e o histórico de fraturas.

Aviso: este conteúdo tem finalidade informativa e educativa. Não estabelece diagnóstico, não prescreve tratamento e não substitui a consulta com um médico. Cada caso tem particularidades que só podem ser avaliadas presencialmente. Em situações de dor intensa ou incapacidade súbita, procure atendimento médico.